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sábado, 25 de fevereiro de 2012

Novo gráfico dos descendentes de Ângelo e Amália - II


Estou postando novamente a árvore com os descendentes de Ângelo Cecchetto e Amália Zanelatto, corrigindo o nome da Laíde, filha do Fioravante, conforme informação da sua sobrinha Daniela Chiqueto Verzotto. Incluí também o nome de Reynaldo, filho do Guilherme.

Mas, infelizmente, ela ainda não está completa. Faltam informações à respeito dos filhos: Regina, Anízio e Guerino.

Caso me cheguem novas informações, terei o maior prazer em refazer este gráfico.
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Notas:

1) Regina: a única informação confirmada  foi a de que seu marido se chamava Paulane.

2) Fioravante, o Dante, se casou com a Paulínia Bergamini e tiveram os filhos Lurdes, Ilma, João, Afonso, Oswaldo, Aparecida e Laíde. Depois ele se casou com a Dionísia Hildebrandi, a Nísia, e tiveram a Magali, a quem agradeço a colaboração para este blog.

3) Anízio, também chamado de Nísio, não foi possível encontrar mais informações.

4) Guerino: continuo aguardando as informações.


sábado, 22 de janeiro de 2011

Novo gráfico dos descendentes de Ângelo e Amália


Depois de muitas pesquisas e contatos, estou postando novamente a árvore com os descendentes de Ângelo Cecchetto e Amália Zanelatto. Mas, infelizmente, ela ainda não está completa. É verdade que muitos nomes foram incluídos, mas não consegui informações à respeito dos filhos: Regina, Anízio e Guerino.

Caso me cheguem novas informações, terei o maior prazer em refazer este gráfico.


Notas:

1) Regina: a única informação confirmada  foi a de que seu marido se chamava Paulane.

2) Fioravante, o Dante, se casou com a Paulínia Bergamini e tiveram os filhos Lurdes, Ilma, João, Afonso, Oswaldo, Aparecida e Lourdes. Depois ele se casou com a Dionísia Hildebrandi, a Nísia, e tiveram a Magali, a quem agradeço a colaboração para este blog.

3) Anízio, também chamado de Nísio, não foi possível encontrar mais informações.

4) Guerino: continuo aguardando as informações.

domingo, 28 de novembro de 2010

Foto da familia de Ângelo Cecchetto


Esta foto foi tirada em 1922. Estão nela, em pé: Albina, seus pais Amália Zanelato e Ângelo Cecchetto, Rosa Saran (minha avó) com o seu filho mais velho no colo, Pedro, ainda bebê, ao lado do esposo José Chiquetto e, ainda, Paulo Chiquetto. Sentados: Guerino, Fioravante (Dante), Nilde, Cezar (Cezarin), Anizio e Guilherme, todos filhos de Amália e Ângelo, assim como Albina, José e Paulo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Nono Bepe


"...até parece que foi ontem. Meu avô gostava de tocar a sua sanfona no quarto, sozinho. O quarto estava sempre escuro, para ele não fazia diferença pois era cego. Mas tinha um sexto sentido, pois a gente, os meninos, ficava testando este sentido dele: entrávamos totalmente em silêncio no quarto, pé por pé, e tocando a sanfona, concentrado na música, era impossível saber que estava sendo vigiado. Mas de repente parava bruscamente de tocar: - quem está aí? - perguntava em tom elevado demonstrando um misto de preocupação e irritação. Mas nós deixavámos escapulir as gargalhadas e corríamos para fora. Mas nem sempre era assim. Às vezes entrava sozinho no quarto enquanto ele tocava. Queria apreciá-lo tocando a sanfona, mas não adiantava, invariavelmente ele parava e questionava o intruso. Que merda de sentido..."


Texto de Luiz Carlos Chiquetto

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bepe e Rosa

Estes são os meus avós, Rosa (de quem eu herdei o nome) e José (Bepe, como era conhecido).

José Chiquetto, filho de Ângelo e Amália, e Rosa Saran se casaram em Tabapuã em 10/09/1921. Ela era filha de Lourenço Saran e Ângela Fachin e nasceu em Ribeirão Preto (SP).

Eu cresci ouvindo as histórias da vida dos dois, mas principalmente de minha avó Rosa. Creio que pela vida difícil que minha avó enfrentou, ela demonstrava uma certa mágoa quando falava do passado. Ela contava que queria se casar com um português, mas a família não deixou e a obrigou a se casar com o meu avô. Dizia também que a sua mãe era de família rica (Fachin), mas que nada tinha herdado, porque era costume apenas os filhos homens serem herdeiros.

Tiveram sete filhos: Pedro, Ângela (Nena), Luzia (Lucia), Antonia (Nica), Orlando, Antonio (meu pai) e Aparecida (Cida). A tia Cida, a caçula,  nasceu no mesmo dia em que nasceu sua sobrinha Alda, filha mais velha da tia Ângela. Ou seja, mãe e filha deram à luz no mesmo dia.

Outro fato marcante na história da família é que meu avô Bepe ficou cego quando os filhos caçulas ainda eram crianças. Ele foi perdendo a visão pouco a pouco e quase não havia recursos para tratamento da doença. Minha tia Cida lembra que, quando ela tinha por volta de 10 anos, ele enxergava vultos. Nessa época, ela ficou muito doente, sofreu um desmaio e o meu avô, com o susto, ficou completamente cego.  Por causa dessa doença, a tia Cida ficou 9 meses internada no Hospital das Clínicas de São Paulo.

A vida deles não foi nada fácil. Sempre morando e trabalhando na roça, eles viveram em alguns municípios como Monte Aprazível, Macedônia, Nhandeara, Sebastianópolis do Sul e Votuporanga. Tiveram 26 netos.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Ângelo e Amália e seus descendentes

Notas:

1 - Não tenho o nome da esposa e descendentes do Guilherme. Há informações de que ele se mudou para Campinas e depois retornou para Votuporanga, cidade onde se concentrava a maioria dos descendentes do Ângelo.
2 - Nada sei do Anísio, que era chamado de Nísio pela família.
3 - Tenho informações de que o Guerino e Nair tiveram dois filhos, mas tenho apenas o nome do Moacir. (Ficarei aguardando a informação)
4- Por volta do ano de 1980, estive na casa da tia Albina, em Santa Fé do Sul, mas depois não tivemos mais contatos e também não tenho o nome dos filhos. Dos irmãos do meu avô Bepe foi a que tive mais contato durante a minha infância, porque ela era sacoleira (na época era chamada de "mascate") e vendia seus produtos na zona rural de Paranaíba (MS), cidade onde cresci.